quarta-feira, 10 de abril de 2019

OFERTA TEM QUE TER PROPOSITO





Me converti em 1997, estudei vários temas da Bíblia, mas nunca tinha ouvido falar sobre o titulo deste texto. A primeira vez que ouvi, foi na Conferencia Celular no Ano de 2018, através do Pr. Sebastian, das Filipinas, que afirmou que durante 18 anos ofertou com o propósito de que seus filhos fizessem faculdade, uma vez que ele mesmo não tinha condições de pagar seus estudos. De lá para cá, de vez em quando me pego meditando no tema: “será que oferta tem que ter um propósito definido diante de Deus?”, “será que definir um propósito não seria uma espécie de barganha?”.
Com todas estas duvidas na mente, fui pesquisar na Bíblia, e foi surpreendente o que descobri na Palavra. Vejamos abaixo o que dizem os testamentos:
Lev. Cap. 14 inteiro, fala que quando uma pessoa fosse curada de lepra deveria apresentar uma oferta ao Sacerdote, pela sua cura. Curiosamente, em Marcos 1.44, Jesus pede ao leproso curado que apresente uma oferta ao Sacerdote pela sua Cura e para que isto servisse de testemunho de Deus ao povo.
No livro de Jó 1.5, o próprio Jó oferecia ofertas e holocaustos ao Senhor, pela purificação de seus filhos. Ou seja, a oferta oferecida tinha o propósito de purificar seus filhos.
Em Êxodo 25:1-9, Deus pede a Moisés que fale ao povo que lhe trouxesse uma oferta para que Deus pudesse habitar no meio deles, devido ao fato de que o que nós ofertamos, revela quem Deus é para nós. Abel e a Viúva deram o seu melhor, porque Deus ao invés da provisão, era tudo para eles. Caim, deu o que sobrou, porque Deus representava pouco para Ele.
O Didaquê, ( Ensino dos Apóstolos no Primeiro Século da Igreja Primitiva ), ensinava o seguinte, no Cap. IV, versos 5-8:

“Não te pareças com aqueles que dão a mão quando precisam e a retiram quando devem dar. 6 SE O TRABALHO DE SUAS MÃOS TE RENDEM ALGO, AS OFEREÇA COMO REPARAÇÃO PELOS SEUS PECADOS. 7 Não hesite em dar, nem dê reclamando porque, na verdade, você sabe quem realmente pagou sua recompensa. 8 Não rejeite o necessitado. Compartilhe tudo com seu irmão e não diga que as coisas são apenas suas. Se vocês estão unidos nas coisas imortais, tanto mais estarão nas coisas perecíveis”

Ou seja, os Apóstolos de Cristo, no primeiro século, sugeriram a igreja que apresentassem ofertas de gratidão pela purificação de seus pecados. ( afirmo isto a titulo de informação, pois sabemos que Jesus nos purifica de todo pecado ). Vejamos ainda no cap. XVIII, versos 3-7:

“3 Assim, tome os primeiros frutos de todos os produtos da vinha e da eira, dos bois e das ovelhas, e os dê aos profetas, pois são eles os seus sumos-sacerdotes. 4 Porém, se você não tiver profetas, dê aos pobres. 5 Se você fizer pão, tome os primeiros e os dê conforme o preceito. 6 Da mesma maneira, ao abrir um recipiente de vinho ou óleo, 5. tome a primeira parte e a dê aos profetas. 7 Tome uma parte de seu dinheiro, da sua roupa e de todas as suas posses, conforme lhe parecer oportuno, e os dê de acordo com o preceito.

Nesta outra parte do ensino dos Apóstolos, podemos ver que houve claramente a direção e ensino para que a Igreja primitiva, entregasse as Primícias aos Profetas, para que estes sustentassem os evangelistas com o propósito de que os mesmos os sustentassem espiritualmente.
E para não se estender com muitos outros textos, Deut. 26.1-11, fala da oferta de Primícias apresentadas aos Sacerdotes, com o propósito de gratidão pela entrada na terra prometida e libertação da escravidão.
Logo, apesar de minhas duvidas e suspeitas, verifico através dos textos supracitados e de vários outros, o fato de que nossa oferta pode sim ter um propósito, sem que isto represente uma barganha com Deus.
Ofertas são memoriais diante de Deus, como no caso de Cornélio em  Atos 10.4, cujas orações e ofertas aos pobres foram lembradas. Em Samuel 7.9-10, o profeta Samuel ofereceu um Cordeiro que ainda mamava com o propósito de que o exercito  de Israel obtivesse vitória contra os Filisteus. Vemos no texto que Deus, não se esqueceu e deu vitória sobre o exercito inimigo.
Sendo assim, podemos concluir que nossa oferta deve ser com alegria ( I Cor. 9.7), com amor e com  propósito. Podemos concluir, que uma oferta, é uma semente ( I Cor. 9.6) e que uma semente, tem memorial, e quando é plantada no Reino Celestial, Deus não se esquece, porque digno é o trabalhador do seu salário ( I Tim.5.18).
Por todo o exposto concluímos que não é pecado, apresentar uma oferta de amor pela libertação e salvação de um ente querido, por uma cura, uma porta de emprego, pela faculdade, o carro ou a casa que se quer comprar, pois ofertas, são sementes, devem ser apresentadas com propósitos e o maior propósito deve ser o da Gloria de Deus.

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sábado, 23 de março de 2019

POR QUE UM CASAL QUE VIVE APENAS EM UNIÃO ESTÁVEL NÃO FORMALIZADA NÃO PODE PARTICIPAR DA SANTA CEIA?





Esta é uma questão muito séria e até recorrente no meio evangélico, especificamente daqueles que estão em processo de conversão e querem manter a vida da forma como estão.
É uma pergunta que não é fácil de responder, mas vamos lá. A primeira atitude que uma pessoa se converte tem é querer deixar a velha vida. Efesios 5.8 nos diz: “pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da Luz...”.
O grande cuidado que um novo convertido deve tomar, é o de se apegar ao que está escrito na Palavra de Deus, pois as Escrituras nos afirmam que nos últimos dias, haveriam mestres que ensinariam, falariam, não o que as pessoas deveriam fazer ou o que estivesse escrito na Biblia, mas afagariam os ouvidos de seus ouvintes com Palavras que elas queriam ouvir, e não com as Palavras que a pessoa precisaria ouvir, no caso, a Palavra de Deus, II Tim. 4.3: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cerca-se-ao de mestres segundo os seus desejos,como sentindo conceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos a verdade, entregando-se a histórias sem nexo e sem fundamento...”. Sendo assim, é um perigo, as pessoas verem vídeos no youtube, de pastores muitas vezes magoados, desviados ou mesmo frequentarem igreja ou ouvirem pastores que não estão preocupados com o que diz as Sagradas Escrituras.
Dito isto, sabemos que a Palavra é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos, salmo 119.105. Então o que nos diz a Palavra de Deus sobre a participação de casais amasiados na Santa Ceia? Em primeiro lugar, não há nada específico na Palavra que diga que sim ou que não podem participar, o que existem são princípios que devemos analisar de forma conjuntural e sistemática.
Vemos que quando Jesus foi confrontado pelos fariseus a se contrapor a Roma, Jesus disse: “daí a Cezar o que é de Cezar, e a Deus o que é de Deus”, em clara alusão de que  devemos antes seguir a Palavra e os princípios de Deus, e consequentemente as Leis ( Constituição, Código Penal, Código Civil e etc.., não o sistema pecaminoso) deste mundo, desde que não confrontem a Palavra de Deus ( Atos 4.19 ).
O Apostolo Paulo em sua carta aos Romanos, também nos afirma no cap. 13 o fato de que “todo homem esteja sujeito ás autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que agora existem foram por Ele instituídas. De modo que aquele que se opõe a autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação.”
Logo, como vemos acima, temos que nos submeter a Deus e sua Palavra e as autoridades e Leis instituídas, pois se assim não o fizermos não estaremos nos submetendo às suas ordenanças.
Ademais, que diferença há em um Cristão que diz que entrega sua vida para Cristo, e os dois convertidos, podendo se casar e não casam? Que diferença há entre um casal do mundo e este que está na igreja? Nenhuma. A Palavra de Deus nos diz que aquele que está em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas se passaram, eis que tudo se faz novo, II Cor. 5.17. A marca daquele que se converteu é novidade de vida, enquadrada na Palavra, Mat. 5.17.
Outra questão é a seguinte, alguns se perguntam, mas e Judas que traiu Jesus, mas participou da Santa Ceia? A questão é simples, primeiro, Judas não era casado. Segundo, para participar da Santa Ceia é necessário que o novo convertido seja batizado, ( tem que pegar as aulas do batismo ). Terceiro, tem que se submeter as Autoridades e as Leis Heb.13.17. Paulo já diz, “aquele que não se domina, que se case, porque é melhor casar do que viver abrasado”. Quem vem do mundo e está em união estável, tem que fechar esta brecha e se casar, se submeter as Leis e Autoridades, à visão da Igreja, pois se pode se batizar e não quer, tem que se perguntar se é verdadeiramente convertido, pois aquele que quer agradar a Deus, não fica impondo ou procurando falsos mestres com doutrinas espúrias para se justificar, ele apenas busca saber e se submete a vontade de Deus, sem questionar.
Outrossim, verifica-se que aquele que está junto, pode a qualquer momento se separar deixando sua família desamparada. Este é o caso de homens que mantém duas ou três uniões estáveis. Ou seja, não há segurança jurídica. Quantos são os casos de homens quando morrem aparecem varias viúvas brigando pela herança.
Por outro lado, aquele que casa, se submete ao Juízo e a Autoridade de Deus. Ele torna publico e notório que aquela é sua esposa e sua família. Se morrer, não terá que entrar com processo de reconhecimento de união estável, não haverá briga entre os filhos por herança e sua esposa e família estará amparada pelas Leis e pelo Estado, podendo seguramente receber sem muitas dificuldades uma pensão por morte.
Sendo assim, alguém que vem do mundo amasiado, e não quer se casar, precisa fechar esta brecha e se casar. Portanto, I Cor. 11.27 nos diz que não podemos participar da Santa Ceia indignamente. O “indignamente” segundo o contexto, é não ter mágoas ou fazer acepção de pessoas ( entre ricos e pobres ) ou mesmo negar a divindade de Cristo como Deus e como seu Senhor. Logo, é claro que quem pode se casar e não se casa, não está cumprindo os mandamentos de Cristo e de sua Igreja. No contexto de Paulo e de Jesus, quando um casal de jovens desejava se casar, quem ia até a outra família, eram os anciãos, pais e parentes da família levando presentes, em um claro sinal de que aquele relacionamento era aceito socialmente e esta submisso as autoridades, no caso a família e ao Estado.
Desta forma, para participar da Santa Ceia, casar é medida que se impõe, sob pena de se estar participando da Santa Ceia indignamente. I Cor. 11.27-28.



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sábado, 23 de fevereiro de 2019

UMA BREVE PALAVRA SOBRE A PREGUIÇA, A ACOMODAÇÃO E O TRABALHO






Pessoal, escrevo o presente texto impelido pelas várias procuras e aconselhamentos de mães, esposas e amigos de amigos. Por ora, não tratarei de pessoas, mas de uma situação, de um comportamento e um pensamento sobre o Trabalho dentro da Palavra.
O que distingue uma criança ou um jovem de um adulto, é justamente a ação, e sabemos que quando a maioridade chega ou assumimos uma família, temos que pensar e agir diferente, por isso quero falar sobre o trabalho e o papel do homem no sustento da Família, pois vejo que alguns estão confusos.
Louvo a Deus porque todos os discípulos que estão conosco, amam a Deus e tem se esforçado para fazer a Obra, todavia, vejo que alguns estão perdidos naquilo concerne ao sustento e cuidado com as suas famílias em detrimento da Obra.
O que penso não é meu, mas está descrito na Palavra. Deus nos chama para fazer discípulos e pregar o Evangelho( Mat.28-18-20), mas o primeiro chamado na vida de um homem ( MACHO ) é para cuidar de sua família e suprir bem as suas necessidades, pois aquele que não cuida dos seus, especialmente da própria casa, nega a fé e é pior do que o descrente. ( I Tim. 5.8 )
Não adianta eu querer fazer a Obra, e deixar minha família passar fome ou necessidades. É sacrifício de tolo. Embora na modernidade a mulher trabalhe, não é tarefa dela sustentar uma casa. Por outro lado, trabalhar e prover meios de sustentar da melhor forma minha família, não me impede de fazer a Obra. Muitas pessoas trabalham, sustentam sua família ( não deixam faltar nada em casa ) e fazem a Obra.
No inicio do meu Ministério, eu comecei fazendo a Obra em período integral, e recebia salário da Igreja para ficar 100% para a Obra, mas com o tempo, percebi que ( não a Obra de Deus, mas ) o homem é ingrato. Percebi que muitos queriam me limitar quanto a pregações, sobre o que eu devia e não devia falar, porque recebia um salário da igreja. Foi então que acordei e decidi, estudar, fazer uma faculdade, ter uma profissão, trabalhar, para ter meu sustento próprio para fazer a Obra, embora Deus sustente que aquele que prega o Evangelho deva viver do Evangelho I Cor. 9.14. Jamais deixei de amar a Deus e pregar a Palavra. Dinheiro não me impediu de fazer a Obra.
E quanto a isto, vemos que Paulo nos aconselha: “aquele que não trabalha, que não coma” II Tes. 3.10. O próprio Paulo fazia a Obra, mas tinha profissão, era armador de tendas Atos 18.3. Em Tito 1.12, Paulo pede a Tito que ordene aos Cretenses preguiçosos que trabalhem. O próprio Deus, trabalhou 6 dias e descansou 1. Logo, a preguiça ou mesmo a falta de disposição para trabalhar, são condutas reprovadas pela Palavra de Deus.
Os católicos dizem que o trabalho é fruto do pecado, mas vemos em Genesis 2.15, que o homem já trabalhava antes da queda. O trabalho é uma virtude de Deus, enquanto os preguiçosos não herdarão o Reino de Deus ( mat. 11.12). A preguiça é a recusa de fazermos aquilo que Deus nos enviou a terra para fazermos. Deus na Bíblia nos manda ir ter com a formiga que não tem chefes, mas trabalham Provérbios 6:6-11; 13:4. A Bíblia fala que o preguiçoso é cheio de desculpas para não trabalhar Prov. 22.13. Sendo assim, o fato de não termos uma faculdade, não termos dinheiro, influencia, o pais está em crise, empresas estarem quebrando ou qualquer outra coisa, não pode ser desculpa para não sermos diligentes trabalhadores. Quem não estuda corre atrás de trabalho, quem estuda, as pessoas correm atrás dele.
Vemos que podemos sim trabalhar, sermos os melhores no que fazemos, sustentar nossas famílias com o melhor e também fazer a Obra de Deus. A riqueza não é pecado, pecado é amar ao dinheiro. Podemos sim nos contentar com o que temos, com o pouco, sem colocar o coração nos bens e continuarmos a crescer e a prosperar, tendo tudo, como se não tivesse nada.
Quanto ao sustento de nossas famílias, não podemos ser acomodados, se está ruim de um jeito, devemos lutar e tentar de outro jeito, da forma que Deus nos direcionar, o que não podemos e ver nossas famílias passarem por necessidades e todos os meses nos acomodarmos com os mesmos problemas e humilhações.
Quanto trabalhamos e fazemos o nosso melhor, fazemos para o Senhor Jesus ( Col.3.23 e Ef. 6.7-8). Todo trabalho árduo traz proveito, mas o só falar leva à pobreza e a miséria ( Prov.14.23).
No Hebraico a Palavra Avodah, tem o significado de trabalho e adoração, logo, quando trabalhamos ou agimos dentro do que Deus quer que façamos aqui nesta terra e usamos isto para cuidar no sustento da nossa família de sangue, suas necessidades e a familia da fé que é a Igreja, sendo fiéis nos dízimos, primícias e ofertas, estamos na verdade adorando de forma correta ao verdadeiro e único Senhor de todas as coisas e estamos prontos para prosperar. Pense Nisso!

MINISTÉRIO FIDES

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sábado, 2 de fevereiro de 2019

O MINISTÉRIO ACONTECE ONDE ESTIVERMOS





Falar de exercício do Ministério, é questão complicada, principalmente se em nossa cabeça existe ainda qualquer resquício de legalismo ou tradicionalismo. Pois ao contrario do que a maioria pensa, a palavra Ministério, vem do grego, diakonia, e significa serviço, trabalho. Ou seja, ter um Ministério, é ter consciência do serviço e da missão que se tem que prestar para o nosso mestre Jesus, da nossa missão e visão aqui nesta terra.
Vemos uma quantidade imensa de pessoas que pensam que ter um Ministério é ser Pastor de uma igreja local e prestar um serviço profissional, publico de pregar todos os domingos, mas se formos analisar, ter um Ministério vai além de tudo isto, pois trabalhar para Deus, primeiro é ser discípulo de Jesus, dependente do Espirito Santo. Ter consciência da nossa Missão como trabalhadores de Cristo, é pregar a Palavra onde formos e levantarmos para Jesus, (não para nós) , seguidores abnegados, martirions que proclamarão o Kerigma onde estiverem, independentemente de templo, de Igreja, pois a Igreja somos nós e o Reino de Deus acontece onde a um discípulo-templo-sacerdote universal de Cristo está.
Nós não só somos templos do Espírito Santo, mas a igreja acontece independentemente do lugar em que estivermos, pois o que muitos chamam de igreja é só um prédio. O prédio pode ser igreja enquanto todos lá estiverem, mas depois que os justos saem, deixa de ser igreja e se torna novamente um prédio comum como outros.
No VT a Santidade estava em uma localização geográfica, hoje, a santidade está onde estão os templos móveis, que somos nós.
Antes se precisava de um intermediador, que era o sacerdote e a oferta oferecida, hoje sabemos que o véu está rasgado e que temos acesso direto ao Santo dos Santos mediante o Sacrificio perfeito do Cordeiro.
Sendo assim, se tivermos esta consciência, onde estivermos se não houver uma igreja, a igreja ira conosco onde estivermos. Se não tivermos um prédio perto de nós, o altar pode ser nossa casa, trabalho, faculdade, escola ou qualquer lugar onde estivermos.
Tendo esta consciência, seremos pregadores da Palavra e trabalhadores de Cristo, quando nos separamos do mundo e praticamos os ensinamentos de Jesus, independentemente de estarmos em um prédio, pois a congregação pode ser uma célula, um grupo familiar, ou onde houverem cooperadores do Reino de Deus.

MINISTÉRIO FIDES

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UM SERVO DE DEUS PODE EMPRESTAR DINHEIRO?


Sim, um cristão pode emprestar dinheiro a juros numa ação comercial, se fizer obedecendo à lei e não abusar. A Bíblia não proíbe toda a cobrança de juros mas deixa bem claro que não devemos usar os juros com ganância, para extorquir (Salmos 62:10 ). Devemos sempre lembrar de ser honestos e generosos. Se seu irmão está passando necessidade e precisa de um empréstimo, se você tiver uma quantia que pode doar, então o faça, pois o empréstimo para irmãos e amigos, sempre dá problema ao final. Através do empréstimo a amigos e irmãos muitas amizades são desfeitas ou desarmonias entre irmãos são causadas. A Bíblia proíbe o empréstimo a irmãos e amigos (Salmo 37.21e Levítico 25:35-37). Não podemos emprestar com usura, pois isso é aproveitar-se da miséria dos outros e Deus não gosta disso. Se for emprestar para amigos, irmãos ou familiares se não tiver o valor, é melhor ser sincero e dizer que não tem. Se tiver e não quiser emprestar, é melhor dizer um não de cara, do que perder futuramente o dinheiro e a amizade. Se tiver e quiser emprestar, empreste uma quantia que não vai te fazer falta, pois se seu irmão ou amigo não tiver como pagar, a Bíblia nos proíbe a cobrança ou opressão. ( Vide versos acima ).
Agora um empréstimo comercial é diferente. É um negócio feito com a intenção de beneficiar os dois lados. A pessoa que toma emprestado pode investir o dinheiro naquilo que precisa e a pessoa que empresta ganha uma comissão sobre o dinheiro que eventualmente será devolvido. Cobrar juros é legítimo nessa situação. Ainda assim, é preciso ter cuidado para não abusar. Empréstimos com juros muito elevados acabam sufocando o devedor, em vez de ajudar. Deus não quer que você se enriqueça à custa do sofrimento de outra pessoa (Provérbios 14:31).

Antes de decidir emprestar dinheiro a alguém, com ou sem juros, ore a Deus pedindo sabedoria para fazer a coisa certa. Não deixe o dinheiro se tornar sua primeira prioridade, procure fazer sempre a vontade de Deus. Estude bem cada situação antes de fechar negócio, para evitar problemas (Provérbios 14:15).




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Hannah Arendt

  Hannah Arendt 1906 – 1975 • Filósofa política alemã-americana Hannah Arendt foi uma das filósofas políticas mais influentes do século ...