segunda-feira, 27 de maio de 2019

O MUNDO É REAL?





O mundo que vemos e enxergamos através dos nossos sentidos, são ilusórios e são sombras do Mundo espiritual. Primeiro porque nosso cérebro, é atemporal, não está sujeito ao tempo. Ele não sabe distinguir o que é “real” do que é virtual. É por isso que você pode tanto viver o presente, como quando quiser acessar qualquer parte do seu passado, ou mesmo escolher viver com o pensamento no futuro. Quando sentimos fome, comer uma maçã ou pensar que se está comendo uma maça, produz o mesmo efeito. O Cérebro libera elementos químicos que vão produzir a saciedade. Uma pesquisa mostrou que quando uma pessoa senta em algum lugar e se imagina malhando ou fazendo exercícios, esta mesma pessoa tem aumento de 13% de massa muscular, sem ir a uma academia ou fazer corridas. Os sons que ouvidos, na verdade não existem, são apenas ondas sonoras que o martelo e a bigorna captam, enviam ao cérebro, e este decodifica. Nossos olhos não enxergam a realidade ou as cores, o que ocorre é que nossos olhos captam apenas os feixes de energia e luz e enviam ao cérebro e este o decodifica, é por isso que as cores não são as mesmas para todos, uns enxergam as cores de um jeito, e esta mesma cor pode ser diferente para outro.
Assim, podemos concluir que quem enxerga nossa suposta “realidade” é nosso cérebro de acordo com as informações que possui, e desta forma, sabemos que cada criação, realidade de existência e circunstancias de que cada um viveu, são diferentes e que a maioria destas informações são negativas, traumáticas ou pessimistas. Essa é a causa de quase todos terem a mesma realidade e os mesmos resultados.
Desse modo, o que devemos fazer então? Simples. Devemos formatar o super computador cérebro, instalar o sistema operacional da Palavra de Deus e reprogramar todas as informações com o crivo dos drivers dos princípios de Deus, para só então mudarmos nosso ser, nossa realidade e nossos resultados.
Reprograme sua mente com o que é real no mundo espiritual, reprograme sua mente com a Palavra de Deus e assim, quando os teus olhos forem bons, todo o teu corpo também o será e sendo bom o teu corpo, será boa também a sua realidade.

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

O QUE É PROSPERIDADE?




Pobreza não é falta de dinheiro, mas a falta de resultado útil na vida do próximo, é a falta de vontade de servir. Por outro lado, a prosperidade é ter paz social, amar a si, cuidando da sua saúde, cuidar da família e do casamento e mudar a vida para melhor da maior quantidade de pessoas possíveis, gerando resultados úteis que mudem a vida das pessoas. E sabemos que servindo ao próximo, ou gerando resultados estamos servindo a Deus, pois aquele que não ama a seu irmão a quem vê, ou não serve ao próximo transformando a vida dele para melhor, não pode amar ou servir a Deus a quem não vê. 1 João 4.20.
E como podemos servir a Deus e ao próximo? Identificando em nós o que gostamos de fazer, qual é o nosso dom ( presente de Deus), talento e trabalhando para o próximo, e sendo assim, toda profissão é uma adoração a Deus ( Avodah ), não importa se o serviço é faxina, engenharia, dar aulas, fazer bolo, arrumar um computador, construir uma casa, marketing, vendas, musica ou teatro, quando trabalhamos/servimos com vontade e alegria, estamos adorando ao criador, pois estamos cumprindo no mundo e na vida dos outros o propósito para o qual Deus nos chamou neste mundo.
A ausência de provisão, é só um resultado negativo da falta de vontade de servir que chamamos de preguiça ou má vontade, pois o preguiçoso não quer servir e aquele que faz de má vontade, não faz o seu serviço direito ou não produz o resultado positivo que poderia na vida do próximo.
Sendo assim lembre-se, prosperidade é servir ao próximo ou gerar o melhor resultado útil na vida dos outros, e só podemos gerar um resultado útil quando nos especializamos em servir, lendo um livro, fazendo um curso, mudando nossa mente para fazermos o melhor, e fazendo o melhor, estamos servindo a Deus.
A melhor forma de servimos ao próximo dentre todas é ensinando a Palavra, Evangelizando e conduzindo as pessoas ao Céu, isto sim é prosperidade, ter o nome escrito no livro da vida e ainda conduzirmos multidões atrás de nós para as Bodas Celestiais. Você já é prospero, todavia, seja mais.

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terça-feira, 21 de maio de 2019

A RIQUEZA DA VIDA




A riqueza de uma pessoa não se mede pelas coisas que ela tem, mas sim por coisas que não se podem colocar preço. Exemplo: quanto vale a vida do seu filho? Quando vale ter Deus o Espirito Santo dentro de nós? Quanto vale a vida da sua Mãe ou do seu esposo? Quanto vale o canto de um pássaro de manha? Quanto vale o observar o nascer do sol? Quanto vale seu nome estar escrito no livro da vida? Quanto você vale?Não tem preço. Você vale o sangue de Jesus, o filho de Deus derramado na Cruz. Note que o valor de uma pessoa, não esta nas coisas que tem ( como enganosamente julga nossa sociedade ), mas sim no que ela é, ou seja, na Palavra que tem e cumpre, na gentileza, na educação da pessoa com outras, pelo caráter, honestidade, verdade, temor a Deus. Sendo assim, não devemos estar preocupados em mostrar o que não temos, mas sim, em primeiro ser, depois servir ao próximo e por ultimo ter. Há pessoas que tem dinheiro, mas são pobres, porque não tem uma família, muitas vezes não tem filhos, não tem paz, não dormem sem remédios, não tem com quem conversar, não tem amigos, não tem Deus. Logo, percebemos que o dinheiro é ultimo estagio da riqueza, pois é possível ter muito dinheiro e ser pobre. Sendo assim, somos ricos porque temos saúde, família, Paz de Espirito, Paz Social, porque temos nosso nome escrito no livro da vida, porque temos Deus. E se Deus quiser, teremos muito dinheiro também, pois não é pecado ser prospero, pelo contrario, é a vontade de Deus.


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sexta-feira, 19 de abril de 2019

INFORMAÇÕES DOUTRINARIAS NA INTERNET




Uma das praticas mais comuns que a maioria dos Cristãos tem, é quando surge uma dúvida, logo pesquisar no  youtube um determinado líder para expressar sua opinião sobre tal tema, ou mesmo sobre um determinado assunto. Ocorre que é aí que mora o problema, pois em que pese hajam muitos homens e mulheres de Deus, também há muitos falsos(as) profetas, pastores, magoados e desviados de igrejas ou mesmo pessoas que não conhecemos sua vida ou procedência, não sabemos como esta sua vida espiritual ou familiar e se  não tomarmos as devidas precauções corremos o risco de nos perder, ou mesmo tomarmos como nossa a opinião de Líderes que trabalham em uma visão diferente da nossa, ou que interpretem a Bíblia de forma errada.
Sendo assim, nossa maior fonte de respostas em primeiro lugar deve ser a Palavra e o conjunto bíblico de idéias sobre aquele assunto em conjunto com o Espírito Santo. Segundo, nossa fonte confiável deve ser nossa liderança, discipuladores(as), pastores, pois o que mais acontece é a ocorrência de cristãos que ao invés de lerem a Bíblia e buscarem de Deus uma direção, preferem assisir a um vídeo, muitas vezes de fontes duvidosas de 10 a 30 min. do que orar e pesquisar nas sagradas escrituras o que diz a Palavra de Deus sobre aquele determinado assunto, e assim, adquirem para si, doutrinas que são como nuvens sem chuvas, como rochas submersas ( Judas 1.12-13) de pastores youtubers que se apascentam a si mesmos, e não estão preocupados com a vida do rebanho, não pastoreiam uma igreja ou mesmo se preocupam com a salvação de almas, deixando aqueles que os procuram, mais cheios de duvidas e perdidos do que eles mesmos.
Essa é a razão da fé de muitos não terem resultados práticos, de pessoas não saírem do lugar, não avançarem ou mesmo ficarem perdidas.
Sendo assim, tomemos cuidados com a pesquisa de doutrinas e as fontes que pesquisamos. Olhemos sempre as fontes, de acordo com seus frutos, pois pelo fruto, ou o resultado, se conhece o profeta.

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quarta-feira, 10 de abril de 2019

OFERTA TEM QUE TER PROPOSITO





Me converti em 1997, estudei vários temas da Bíblia, mas nunca tinha ouvido falar sobre o titulo deste texto. A primeira vez que ouvi, foi na Conferencia Celular no Ano de 2018, através do Pr. Sebastian, das Filipinas, que afirmou que durante 18 anos ofertou com o propósito de que seus filhos fizessem faculdade, uma vez que ele mesmo não tinha condições de pagar seus estudos. De lá para cá, de vez em quando me pego meditando no tema: “será que oferta tem que ter um propósito definido diante de Deus?”, “será que definir um propósito não seria uma espécie de barganha?”.
Com todas estas duvidas na mente, fui pesquisar na Bíblia, e foi surpreendente o que descobri na Palavra. Vejamos abaixo o que dizem os testamentos:
Lev. Cap. 14 inteiro, fala que quando uma pessoa fosse curada de lepra deveria apresentar uma oferta ao Sacerdote, pela sua cura. Curiosamente, em Marcos 1.44, Jesus pede ao leproso curado que apresente uma oferta ao Sacerdote pela sua Cura e para que isto servisse de testemunho de Deus ao povo.
No livro de Jó 1.5, o próprio Jó oferecia ofertas e holocaustos ao Senhor, pela purificação de seus filhos. Ou seja, a oferta oferecida tinha o propósito de purificar seus filhos.
Em Êxodo 25:1-9, Deus pede a Moisés que fale ao povo que lhe trouxesse uma oferta para que Deus pudesse habitar no meio deles, devido ao fato de que o que nós ofertamos, revela quem Deus é para nós. Abel e a Viúva deram o seu melhor, porque Deus ao invés da provisão, era tudo para eles. Caim, deu o que sobrou, porque Deus representava pouco para Ele.
O Didaquê, ( Ensino dos Apóstolos no Primeiro Século da Igreja Primitiva ), ensinava o seguinte, no Cap. IV, versos 5-8:

“Não te pareças com aqueles que dão a mão quando precisam e a retiram quando devem dar. 6 SE O TRABALHO DE SUAS MÃOS TE RENDEM ALGO, AS OFEREÇA COMO REPARAÇÃO PELOS SEUS PECADOS. 7 Não hesite em dar, nem dê reclamando porque, na verdade, você sabe quem realmente pagou sua recompensa. 8 Não rejeite o necessitado. Compartilhe tudo com seu irmão e não diga que as coisas são apenas suas. Se vocês estão unidos nas coisas imortais, tanto mais estarão nas coisas perecíveis”

Ou seja, os Apóstolos de Cristo, no primeiro século, sugeriram a igreja que apresentassem ofertas de gratidão pela purificação de seus pecados. ( afirmo isto a titulo de informação, pois sabemos que Jesus nos purifica de todo pecado ). Vejamos ainda no cap. XVIII, versos 3-7:

“3 Assim, tome os primeiros frutos de todos os produtos da vinha e da eira, dos bois e das ovelhas, e os dê aos profetas, pois são eles os seus sumos-sacerdotes. 4 Porém, se você não tiver profetas, dê aos pobres. 5 Se você fizer pão, tome os primeiros e os dê conforme o preceito. 6 Da mesma maneira, ao abrir um recipiente de vinho ou óleo, 5. tome a primeira parte e a dê aos profetas. 7 Tome uma parte de seu dinheiro, da sua roupa e de todas as suas posses, conforme lhe parecer oportuno, e os dê de acordo com o preceito.

Nesta outra parte do ensino dos Apóstolos, podemos ver que houve claramente a direção e ensino para que a Igreja primitiva, entregasse as Primícias aos Profetas, para que estes sustentassem os evangelistas com o propósito de que os mesmos os sustentassem espiritualmente.
E para não se estender com muitos outros textos, Deut. 26.1-11, fala da oferta de Primícias apresentadas aos Sacerdotes, com o propósito de gratidão pela entrada na terra prometida e libertação da escravidão.
Logo, apesar de minhas duvidas e suspeitas, verifico através dos textos supracitados e de vários outros, o fato de que nossa oferta pode sim ter um propósito, sem que isto represente uma barganha com Deus.
Ofertas são memoriais diante de Deus, como no caso de Cornélio em  Atos 10.4, cujas orações e ofertas aos pobres foram lembradas. Em Samuel 7.9-10, o profeta Samuel ofereceu um Cordeiro que ainda mamava com o propósito de que o exercito  de Israel obtivesse vitória contra os Filisteus. Vemos no texto que Deus, não se esqueceu e deu vitória sobre o exercito inimigo.
Sendo assim, podemos concluir que nossa oferta deve ser com alegria ( I Cor. 9.7), com amor e com  propósito. Podemos concluir, que uma oferta, é uma semente ( I Cor. 9.6) e que uma semente, tem memorial, e quando é plantada no Reino Celestial, Deus não se esquece, porque digno é o trabalhador do seu salário ( I Tim.5.18).
Por todo o exposto concluímos que não é pecado, apresentar uma oferta de amor pela libertação e salvação de um ente querido, por uma cura, uma porta de emprego, pela faculdade, o carro ou a casa que se quer comprar, pois ofertas, são sementes, devem ser apresentadas com propósitos e o maior propósito deve ser o da Gloria de Deus.

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sábado, 23 de março de 2019

POR QUE UM CASAL QUE VIVE APENAS EM UNIÃO ESTÁVEL NÃO FORMALIZADA NÃO PODE PARTICIPAR DA SANTA CEIA?





Esta é uma questão muito séria e até recorrente no meio evangélico, especificamente daqueles que estão em processo de conversão e querem manter a vida da forma como estão.
É uma pergunta que não é fácil de responder, mas vamos lá. A primeira atitude que uma pessoa se converte tem é querer deixar a velha vida. Efesios 5.8 nos diz: “pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da Luz...”.
O grande cuidado que um novo convertido deve tomar, é o de se apegar ao que está escrito na Palavra de Deus, pois as Escrituras nos afirmam que nos últimos dias, haveriam mestres que ensinariam, falariam, não o que as pessoas deveriam fazer ou o que estivesse escrito na Biblia, mas afagariam os ouvidos de seus ouvintes com Palavras que elas queriam ouvir, e não com as Palavras que a pessoa precisaria ouvir, no caso, a Palavra de Deus, II Tim. 4.3: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cerca-se-ao de mestres segundo os seus desejos,como sentindo conceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos a verdade, entregando-se a histórias sem nexo e sem fundamento...”. Sendo assim, é um perigo, as pessoas verem vídeos no youtube, de pastores muitas vezes magoados, desviados ou mesmo frequentarem igreja ou ouvirem pastores que não estão preocupados com o que diz as Sagradas Escrituras.
Dito isto, sabemos que a Palavra é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos, salmo 119.105. Então o que nos diz a Palavra de Deus sobre a participação de casais amasiados na Santa Ceia? Em primeiro lugar, não há nada específico na Palavra que diga que sim ou que não podem participar, o que existem são princípios que devemos analisar de forma conjuntural e sistemática.
Vemos que quando Jesus foi confrontado pelos fariseus a se contrapor a Roma, Jesus disse: “daí a Cezar o que é de Cezar, e a Deus o que é de Deus”, em clara alusão de que  devemos antes seguir a Palavra e os princípios de Deus, e consequentemente as Leis ( Constituição, Código Penal, Código Civil e etc.., não o sistema pecaminoso) deste mundo, desde que não confrontem a Palavra de Deus ( Atos 4.19 ).
O Apostolo Paulo em sua carta aos Romanos, também nos afirma no cap. 13 o fato de que “todo homem esteja sujeito ás autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que agora existem foram por Ele instituídas. De modo que aquele que se opõe a autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação.”
Logo, como vemos acima, temos que nos submeter a Deus e sua Palavra e as autoridades e Leis instituídas, pois se assim não o fizermos não estaremos nos submetendo às suas ordenanças.
Ademais, que diferença há em um Cristão que diz que entrega sua vida para Cristo, e os dois convertidos, podendo se casar e não casam? Que diferença há entre um casal do mundo e este que está na igreja? Nenhuma. A Palavra de Deus nos diz que aquele que está em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas se passaram, eis que tudo se faz novo, II Cor. 5.17. A marca daquele que se converteu é novidade de vida, enquadrada na Palavra, Mat. 5.17.
Outra questão é a seguinte, alguns se perguntam, mas e Judas que traiu Jesus, mas participou da Santa Ceia? A questão é simples, primeiro, Judas não era casado. Segundo, para participar da Santa Ceia é necessário que o novo convertido seja batizado, ( tem que pegar as aulas do batismo ). Terceiro, tem que se submeter as Autoridades e as Leis Heb.13.17. Paulo já diz, “aquele que não se domina, que se case, porque é melhor casar do que viver abrasado”. Quem vem do mundo e está em união estável, tem que fechar esta brecha e se casar, se submeter as Leis e Autoridades, à visão da Igreja, pois se pode se batizar e não quer, tem que se perguntar se é verdadeiramente convertido, pois aquele que quer agradar a Deus, não fica impondo ou procurando falsos mestres com doutrinas espúrias para se justificar, ele apenas busca saber e se submete a vontade de Deus, sem questionar.
Outrossim, verifica-se que aquele que está junto, pode a qualquer momento se separar deixando sua família desamparada. Este é o caso de homens que mantém duas ou três uniões estáveis. Ou seja, não há segurança jurídica. Quantos são os casos de homens quando morrem aparecem varias viúvas brigando pela herança.
Por outro lado, aquele que casa, se submete ao Juízo e a Autoridade de Deus. Ele torna publico e notório que aquela é sua esposa e sua família. Se morrer, não terá que entrar com processo de reconhecimento de união estável, não haverá briga entre os filhos por herança e sua esposa e família estará amparada pelas Leis e pelo Estado, podendo seguramente receber sem muitas dificuldades uma pensão por morte.
Sendo assim, alguém que vem do mundo amasiado, e não quer se casar, precisa fechar esta brecha e se casar. Portanto, I Cor. 11.27 nos diz que não podemos participar da Santa Ceia indignamente. O “indignamente” segundo o contexto, é não ter mágoas ou fazer acepção de pessoas ( entre ricos e pobres ) ou mesmo negar a divindade de Cristo como Deus e como seu Senhor. Logo, é claro que quem pode se casar e não se casa, não está cumprindo os mandamentos de Cristo e de sua Igreja. No contexto de Paulo e de Jesus, quando um casal de jovens desejava se casar, quem ia até a outra família, eram os anciãos, pais e parentes da família levando presentes, em um claro sinal de que aquele relacionamento era aceito socialmente e esta submisso as autoridades, no caso a família e ao Estado.
Desta forma, para participar da Santa Ceia, casar é medida que se impõe, sob pena de se estar participando da Santa Ceia indignamente. I Cor. 11.27-28.



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sábado, 23 de fevereiro de 2019

UMA BREVE PALAVRA SOBRE A PREGUIÇA, A ACOMODAÇÃO E O TRABALHO






Pessoal, escrevo o presente texto impelido pelas várias procuras e aconselhamentos de mães, esposas e amigos de amigos. Por ora, não tratarei de pessoas, mas de uma situação, de um comportamento e um pensamento sobre o Trabalho dentro da Palavra.
O que distingue uma criança ou um jovem de um adulto, é justamente a ação, e sabemos que quando a maioridade chega ou assumimos uma família, temos que pensar e agir diferente, por isso quero falar sobre o trabalho e o papel do homem no sustento da Família, pois vejo que alguns estão confusos.
Louvo a Deus porque todos os discípulos que estão conosco, amam a Deus e tem se esforçado para fazer a Obra, todavia, vejo que alguns estão perdidos naquilo concerne ao sustento e cuidado com as suas famílias em detrimento da Obra.
O que penso não é meu, mas está descrito na Palavra. Deus nos chama para fazer discípulos e pregar o Evangelho( Mat.28-18-20), mas o primeiro chamado na vida de um homem ( MACHO ) é para cuidar de sua família e suprir bem as suas necessidades, pois aquele que não cuida dos seus, especialmente da própria casa, nega a fé e é pior do que o descrente. ( I Tim. 5.8 )
Não adianta eu querer fazer a Obra, e deixar minha família passar fome ou necessidades. É sacrifício de tolo. Embora na modernidade a mulher trabalhe, não é tarefa dela sustentar uma casa. Por outro lado, trabalhar e prover meios de sustentar da melhor forma minha família, não me impede de fazer a Obra. Muitas pessoas trabalham, sustentam sua família ( não deixam faltar nada em casa ) e fazem a Obra.
No inicio do meu Ministério, eu comecei fazendo a Obra em período integral, e recebia salário da Igreja para ficar 100% para a Obra, mas com o tempo, percebi que ( não a Obra de Deus, mas ) o homem é ingrato. Percebi que muitos queriam me limitar quanto a pregações, sobre o que eu devia e não devia falar, porque recebia um salário da igreja. Foi então que acordei e decidi, estudar, fazer uma faculdade, ter uma profissão, trabalhar, para ter meu sustento próprio para fazer a Obra, embora Deus sustente que aquele que prega o Evangelho deva viver do Evangelho I Cor. 9.14. Jamais deixei de amar a Deus e pregar a Palavra. Dinheiro não me impediu de fazer a Obra.
E quanto a isto, vemos que Paulo nos aconselha: “aquele que não trabalha, que não coma” II Tes. 3.10. O próprio Paulo fazia a Obra, mas tinha profissão, era armador de tendas Atos 18.3. Em Tito 1.12, Paulo pede a Tito que ordene aos Cretenses preguiçosos que trabalhem. O próprio Deus, trabalhou 6 dias e descansou 1. Logo, a preguiça ou mesmo a falta de disposição para trabalhar, são condutas reprovadas pela Palavra de Deus.
Os católicos dizem que o trabalho é fruto do pecado, mas vemos em Genesis 2.15, que o homem já trabalhava antes da queda. O trabalho é uma virtude de Deus, enquanto os preguiçosos não herdarão o Reino de Deus ( mat. 11.12). A preguiça é a recusa de fazermos aquilo que Deus nos enviou a terra para fazermos. Deus na Bíblia nos manda ir ter com a formiga que não tem chefes, mas trabalham Provérbios 6:6-11; 13:4. A Bíblia fala que o preguiçoso é cheio de desculpas para não trabalhar Prov. 22.13. Sendo assim, o fato de não termos uma faculdade, não termos dinheiro, influencia, o pais está em crise, empresas estarem quebrando ou qualquer outra coisa, não pode ser desculpa para não sermos diligentes trabalhadores. Quem não estuda corre atrás de trabalho, quem estuda, as pessoas correm atrás dele.
Vemos que podemos sim trabalhar, sermos os melhores no que fazemos, sustentar nossas famílias com o melhor e também fazer a Obra de Deus. A riqueza não é pecado, pecado é amar ao dinheiro. Podemos sim nos contentar com o que temos, com o pouco, sem colocar o coração nos bens e continuarmos a crescer e a prosperar, tendo tudo, como se não tivesse nada.
Quanto ao sustento de nossas famílias, não podemos ser acomodados, se está ruim de um jeito, devemos lutar e tentar de outro jeito, da forma que Deus nos direcionar, o que não podemos e ver nossas famílias passarem por necessidades e todos os meses nos acomodarmos com os mesmos problemas e humilhações.
Quanto trabalhamos e fazemos o nosso melhor, fazemos para o Senhor Jesus ( Col.3.23 e Ef. 6.7-8). Todo trabalho árduo traz proveito, mas o só falar leva à pobreza e a miséria ( Prov.14.23).
No Hebraico a Palavra Avodah, tem o significado de trabalho e adoração, logo, quando trabalhamos ou agimos dentro do que Deus quer que façamos aqui nesta terra e usamos isto para cuidar no sustento da nossa família de sangue, suas necessidades e a familia da fé que é a Igreja, sendo fiéis nos dízimos, primícias e ofertas, estamos na verdade adorando de forma correta ao verdadeiro e único Senhor de todas as coisas e estamos prontos para prosperar. Pense Nisso!

MINISTÉRIO FIDES

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Persevere até o Fim!

 “Mas aquele que perseverar até o fim será salvo.” (Mateus 24:13) Seguir a Deus não é começar animado. É não parar, mesmo quando fica difíci...